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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Análise: Tony Hawk's Pro Skater HD

Remakes, Remasterizações. Essas palavras soam como cifrões nos bolsos das produtoras e sinal de alerta aos jogadores. Não há de se negar isso. A Activision colocou nas mãos de um estúdio iniciante (O Robomodo) a tarefa de produzir um remake misturando os dois primeiros Tony Hawk's Pro Skater em um jogo só.  E então tivemos Tony Hawk's Pro Skater HD.




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Análise: F1 2010

 Jogos de formula 1 sempre tiveram a eterna dúvida: Simulação ou Arcade? Ao longo dos anos, diferentes produtoras mostraram sua visão do esporte. Desde a Namco com o eterno Pole Position dos anos 80, passando pela SEGA com os 2 Super Monaco GP, a Microprose com a sua série Grand Prix nos PC’s (e que por pouco não esteve na geração passada), a Human com o F1 de N64, a EA também fez parte desse pelotão, a Atari e a Sony, todas com jogos diferentes. Eis que uma empresa que é uma das melhores em jogos de corrida, a Codemasters assume a franquia oficialmente em 2009. A experiência anterior em jogos de corrida do tipo fórmula da Codemasters vem do jogo de F-Indy do PS2. Será que ela se deu bem com a edição 2010 de F1? É o que veremos!


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Primeiras Impressões: Deadpool


Olá aos meus 3 leitores do Gamerbox, este será mais um post de primeiras impressões. Desta vez, um jogo que eu espero desde o anúncio dele. Trata-se do Mercenário mais querido dos quadrinhos, ninguém menos que o senhor Wade Wilson, ou como ele é conhecido, Deadpool.


Antes de mais nada, não, não tem nenhum motivo referente aos quadrinhos que me tenha feito querer jogar Deadpool, tampouco a aparição dele em Marvel x Capcom 3 ou as aparições dele em Cartoons da Marvel, mas meramente a desenvolvedora do jogo, a competente High Moon Studios (de Transformers: War for Cybertron e Darkwatch). Então, conhecendo posteriormente em vídeos, os níveis de zueira de Deadpool, meu hype pelo jogo foi aumentando. Então, cá estamos nós.


Joguei a primeira missão, que serve de tutorial pro jogo, e a primeira coisa que se nota, é o senso de humor do jogo, inclusive com Deadpool conversando com o próprio dublador (Nolan North, que de acordo com Deadpool tem uma voz muito parecida com a dele) em uma ligação (e mandando-o se foder em seguida). Como no material de origem, Deadpool fala... E como fala, sempre mandando uma piadinha ou comentário infame.


Visualmente o jogo é satisfatório. Não te dá uma riqueza visual imensa, ou coisas que te fazem saltar os olhos, tampouco tem cenário destrutível, mas os modelos são bons e a movimentação de Deadpool é bastante fluída, e quando eu digo fluída, é realmente fluída, os produtores do jogo realmente tiveram esmero ao criar a versão jogável de Deadpool.


No tocante a jogabilidade do mesmo, Deadpool é uma mistura de Ação e Tiro em terceira pessoa, a ação é desenfreada, e Wade possui golpes fracos e fortes e combos podem ser feitos com os dois botões. Já o B (Círculo no PS3), é o teleporte/dash, que pode ser usado pra contra ataque, quando o botão aparecer sobre o inimigo. Tudo funciona de maneira frenética nos combates, mas o preocupante no tocante aos inimigos, é em relação aos tiroteios, que funcionam razoavelmente bem, mas o jogador tem que ser O DEADPOOL pra conseguir se focar nos dois tipos de inimigo.


Deadpool possui um arsenal pequeno, que vai aumentando e pode ser melhorado conforme se compra os upgrades.


Finalizando, minhas primeiras impressões foram positivas, e espero que o jogo mantenha o ritmo. Se eu recomendaria? Talvez, o jogo pode apagar a péssima versão de Deadpool do filme do Wolverine. Oh, a Infâmia. Até o Review, amigos!

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Ecstasy of Order - The Tetris Masters (2011):

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Crônicas de um Cavaleiro #2 Tretas Divinas e Armaduras

Leia o primeiro parágrafo ouvindo essa música:

No Capítulo passado, nosso herói lutou contra a forte barreira da Língua Chinesa e depois, contra inúmeros adversários sparrings para poder se tornar um Cavaleiro. Em sua luta feroz, ele derrota o oponente, mas por  algum motivo, um cosmo de trevas possuiu seu oponente. Mas, nosso herói não desistiu e com a força de vontade, venceu seu oponente.


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Primeiras Impressões - Fast & Furious: Showdown



Enfim, resolvi testar o novo Fast & Furious da Activision, feito para acompanhar o sexto filme da franquia. Não me aterei a muitos detalhes, afinal, joguei uma porção infima do jogo, mas vamos lá.

Tendo as duas primeiras missões como parâmetro, eu tive meramente a impressão de estar jogando um jogo feito para portátil, e não me refiro aos gráficos e cenários abaixo da média  (Ridge Racer Unbounded com configurações mais baixas ficou mais bonito), mas a própria estrutura do jogo, que são missões de tacada simples.

Isso não é um fato aleatório, já que a Desenvolvedora do jogo (A Competente Firebrand) tem extensa experiência com versões portáteis de jogos de corrida, vide Trackmania, Toca 2, Grid, DiRT 2, Need for Speed Nitro e Need for Speed Undercover (Todos do Nintendo DS). 


Os controles do jogo são aparentemente simples, e o drift é um pouco menos injusto do que o do já citado neste artigo Ridge Racer Unbounded, que é um tanto difícil de controlar pra um novato. Mas ainda assim pra um jogo que preza por tiro rápido e Arcade, um pouco mais de suavidade não seria ruim.

Enfim, gostei da missão no Rio do jogo, remtendo ao quinto filme, com um cenário que lembra bem a cidade, só faltou as barangas na praia, mas não tinha praia naquela missão.

Aguardem review em breve... Ou não


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Crônicas de Um Cavaleiro #1 Ganhando um Bronzeado

ejam bem vindos a esta nova coluna, aonde narro minhas desventuras em Saint Seiya Online, MMO RPG gratuito distribuído pela SEGA e desenvolvido pela Perfect World Beijing. O objetivo dela é trazer relatos bem humorados sobre como é difícil se aventurar em um MMO chinês.

Depois de muito batalhar (e encarar mais de quatro horas de updates), consegui criar minha conta e logar, e sou introduzido a um vídeo falando sobre as antigas guerras ou algo do tipo. Não faço a menor idéia, pois se pouco entendo de japonês, entendo MENOS AINDA DE CHINÊS! Pois bem, ao que parece nas imagens, é a guerra antiga, pois os Cavaleiros de Ouro (destacando apenas Dohko e Shion) e o cavaleiro de Pégaso lutam ao lado de Atena contra Hades.


Vídeo concluído, crio meu personagem e vejo como ele ficaria com a armadura de Gêmeos.



Logo depois, aparece Athena e depois de uma conversa rápida, sou convidado a escolher qual será minha armadura (que dá base a combinações com outras armaduras e coloca os status dos pontos), escolho a de Fênix porque as armaduras que combinam com as de Fênix são melhores.



Chegando ao Santuário, falo com Marin e começo meu "treinamento", ou algo do tipo, lembrem-se que o jogo é em chinês e o máximo de chinês que conheço é "Calne Qeso ou flango com catupily?" Dou porrada em algumas pedras só pra mostrar quem é que manda e sigo o caminho indicado aonde vou falar com um sósia do Cassius. E lá, temos alguns sparrings pra espancar livremente. Sigo em frente e tem outros sparrings, em outra quest (parecem primos do sósia do Cassius), mas não tirei fotos deles.


Depois disso, me dirijo até a Arena do Santuário, aonde vou lutar pela armadura de Bronze. A porrada come solta, mas venço e depois da minha vitória, uma cena aonde o cavaleiro derrotado é possuído por um cosmo de trevas (influência de SS Omega? Talvez), e meu personagem o enche de porrada e ele desaparece em um efeito cafona.


Depois disso, me dirijo ao mestre do Santuário, e ele me concede o título de Cavaleiro de Bronze. Oh yea. Em seguida, deslogo do jogo para escrever esse texto.

No Próximo Capítulo das Crônicas de Um Cavaleiro: Armaduras, Deuses e Tretas no mundo de Saint Seiya Wanmei...

E você... Consegue sentir o cosmo?