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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Grand Theft Auto IV: The Deception


Acho que muitos de vocês que me conhecem, sabem que sou um fã de jogos de mundo aberto, de GTA a Saints Row, passando por Sleeping Dogs (meu favorito até hoje) e mesmo os genéricos como Mafia e Simpsons Hit & Run me rendem horas de diversão na frente de um PC ou console. Pois bem, nesse clima e empolgação, depois de horas de Sleeping Dogs e Saints Row The Third, resolvi tirar a poeira do meu Grand Theft Auto IV de PC (eu comprei e deixei na prateleira) e instalá-lo pra ver se ele vale mesmo a empolgação que todos sentem.

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Dynasty Warriors 8 Xtreme Legends Complete Edition



A série Dynasty Warriors começou como um Spin-off da série de estratégia Romance of the Three Kingdoms, no Playstation 1, mas não sendo um hack'n slash e sim um jogo de luta 3D. O jogo não é lá grandes coisas, e se compararmos com Soul Edge chega a ser desleal.  No ano de 2000, no início da geração PS2 surgiu Dynasty Warriors como conhecemos. Intitulado Shin Sangoku Musou no Japão, e renomeado Dynasty Warriors 2 no ocidente, o jogo colocava você contra ONE MILLION TROOPS, e assim a Koei começou a imprimir dinheiro (ao menos no Japão). A série seguiu ao longo dos anos, e deu origem a diversos Spin-off's, como Samurai Warriors (Sengoku Musou), Dynasty Warriors Gundam (Gundam Musou), Fist of North Star: Ken's Rage (Hokuto Musou), Warriors: Legends of Troy (Troy Musou, baseado na guerra de Tróia) entre outros. Em 2013, a série chegou ao seu oitavo episódio, e nessa última semana, chegou aos PC's, e anteriormente ao PS4 e ao PS Vita, a versão definitiva de Dynasty Warriors 8, Dynasty Warriors 8 Xtreme Legends Complete Edition.

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Bioshock Infinite (Multi)


Em 2013 eu deixei muita coisa boa passar por conta obviamente da minha condição financeira de não poder pegar jogos em seus lançamentos, então somente em 2014 pude experimentar o jogo da análise de hoje. Será que ele vale a pena?

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WWE All Stars (PSP)


Eu não sou uma pessoa que possa ser chamada de fã de WWE, mas sim, eu curto bastante Luta Livre, possivelmente graças a exibição do clássico WMAC Masters na finada manchete e as inúmeras partidas de WWF Arcade no SNES (Undertaker FTW). Não acompanho as lutas com a aficção que eu queria, mas enfim. Os jogos de luta livre, desde que a Yuke passou a estar no comando, seguiram sempre uma linha de tentar simular o realismo e teatralismo dos golpes, com lutadores cada vez mais parecidos e a coisa ficou a ponto de um novato que vá pegar o WWE: Smackdown vs RAW 2010 sem ter experiência na franquia, vai levar mais porrada que flamenguista no meio da torcida do Vasco. Pensando nisso, a THQ lançou em 2011, WWE All Stars, jogo que abandona todo o realismo e vai num mote mais fantasioso e caricato da Luta Livre. Mas vamos ver se o jogo é bom ou isso ficou mais confuso que uma promo do Ultimate Warrior? É o que veremos.

A Análise deste jogo se trata da versão de Playstation Portable. Podem haver diferenças para as outras plataformas (PS2, 3DS, Xbox 360, PS3 e Wii)

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Video Análise: South Park: The Stick Of Truth



Minha análise em vídeo do RPG da Ubisoft

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Análise: DmC Devil May Cry

O jogo de hoje foi alvo de uma controvérsia, o que prova o quão escroto um gamer pode ser. Desde seu anúncio até as vendas abaixo do esperado, tudo o que as pessoas comentavam era sobre a porra do cabelo do Dante, e não sobre o jogo. Enfim, deu pra perceber que o jogo desta semana é DmC: Devil May Cry, então vamos nessa?

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Análise: Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 Full Burst


No fim de outubro, chegou a versão revisada do mais recente jogo de Naruto, Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 Full Burst. Será que ele vale a pena seu dinheirinho? Vamos ver então.


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Análise: Resident Evil Revelations

O ano de 2012 não foi bom para os fãs de Resident Evil. Nos consoles, Resident Evil: Operation Raccoon City foi um puta dum fiasco, e Resident Evil 6 dividiu opiniões, assim como Moisés dividiu o mar vermelho. Eu curti, mas há uma grande chance de você não ter curtido o jogo, confira a nossa análise. Enfim, o que tecnicamente salvou o ano foi o pequeno notável chamado Resident Evil Revelations, do Nintendo 3DS, que em 2013 foi adaptado para os consoles da atual geração e pro tablet da Nintendo (alguns chamam de Wii U), vamos ver como ele se sai?

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Análise: Castlevania Lords of Shadow


Amigos, vamos supôr uma coisa: Se eu desenvolver um jogo baseado em produto X, e você desenvolver um jogo baseado no mesmo produto, serão jogos completamente diferentes, se a liberdade da publisher permitir.  Peguemos por exemplo três jogos da série Silent Hill. Silent Hill 4, Silent Hill Homecoming e Silent Hill Downpour. Enquanto que o 4, desenvolvido pela equipe responsável pelos anteriores, ainda tem a pegada clássica (dadas as diferenças entre os jogos), Homecoming tenta tempo emular o Silent Hill clássico, mas peca em usar a violência pra chocar (sendo mais ocidental) e não num sentido psicológico. Já Downpour dá a visão do desenvolvedor (Vatra) do que seria Silent Hill, sendo uma experiência nova na franquia (se é bom ou ruim, vai de cada jogador).

Dito isso, Lords of Shadow não é nem tenta ser um Castlevania clássico (sabemos das vezes em que a franquia tentou migrar pro 3D, ela não foi tão bem sucedida - os jogos de PS2 tiveram uma recepção boa, mas os de N64 e Wii não), mas sim dar uma própria visão do que seria Castlevania. O resultado? Confira abaixo.

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Análise: Tomb Raider


Olha, começarei esse texto falando que nunca fui muito fã de Tomb Raider. De fato, minhas maiores experiências com a franquia, foram 30 minutos de um Tomb Raider aí numa locadora no PS1 há muitos e muitos anos, a demo de um dos jogos da franquia que joguei no meu saudoso Dreamcast (eu atirava em escorpiões) e uma tentativa fracassada de jogar a versão PS2 de Tomb Raider Underworld (o jogo foi adiado só para termos acesso a diversos bugs do jogo x.x). E de fato, a franquia da Eidos começou a ser superada por Uncharted, da Naughty Dog, que possui 3 fantásticos jogos no PS3.

Pois bem, quando a Square Enix comprou a Eidos, a primeira piada sobre o próximo Tomb Raider foi essa. Sim, foi maldade, mas o fato é que a compra da Eidos foi benéfica para ambas as empresas, pois a Eidos recebeu o respaldo (e grana) da gigante nipônica para seus projetos (e acredite, ver o logo da Square-Enix em um jogo do Batman é estranho), além da ajuda da Square no departamento de cutscenes, a Square recebeu em troca um catálogo com diversos clássicos da Eidos, como Hitman, Legacy of Kain, Just Cause, Thief, entre outros. Enfim, o primeiro jogo de Tomb Raider sob a batuta da Square, foi um Spin-Off bacana chamado Lara Croft and the Guardian of Light. Se você curte jogos de visão aérea como Diablo por exemplo, vale a pena a compra. E a empreitada seguinte da Eidos e da Crystal Dynamics foi muito mais ambiciosa, simplesmente resetaram a franquia.

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Análise: Resident Evil 6


Amigos, vou ser sincero aqui. Eu nunca fui muito ligado a franquia Resident Evil. De fato, apesar disso joguei boa parte dela, mas não indo muito longe por problemas, desde meu cagaço colossal (eu tenho um cagaço com jogos de Terror) até falta de memory card. Mas passei por alguns jogos da série, a trilogia clássica (A Jill tá muito sexy no 3, apesar de não ser uma vestimenta recomendada para um holocausto zumbi), o Code Veronica, o Outbreak (Que é um Survival Horror literal), o Gaiden (A mira das batalhas, oh o horror!), o 5 (foi um dos primeiros jogos do PC novo) e o Revelations (falaremos dele em breve). E o Sexto episódio numerado de Resident Evil dividiu fãs: alguns o adoram, outros disseram que matou de vez a franquia. Então, é hora de ver se realmente Resident Evil 6 vale a pena o seu investimento.

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Análise: The Darkness II

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Review: Kung-Fu Strike The Warrior's Rise

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Análise: BlazBlue Calamity Trigger

O Jogo de hoje foi feito por uma empresa que realmente sabe o que faz quando o negócio é porradaria 2D. Falo da Arc System Works, que tem no currículo Guilty Gear, Guilty Gear X, Hokuto no Ken e Sengoku Basara X e trouxe aos arcades japoneses e americanos em 2008, BlazBlue, que no ano seguinte chegaria aos consoles uma versão revisada, intitulada BlazBlue: Calamity Trigger.



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Análise: Captain America - Super Soldier

Jogos baseados em filmes costumam ser no mínimo, questionáveis. Quando baseados em quadrinhos, as chances do jogo ser uma porcaria são maiores ainda… Quem aqui não se lembra de Superman do N64? Ou de Enter The Matrix? Charlie’s Angels? Ou aquela porcaria do Spider-man 3? Oh, céus, ainda tenho náuseas de Batman Forever no SNES. Mas vez ou outra surgem bons jogos como Spider-man 2, ou X-Men Legends II: Rise of Apocalipse e diabos! Estou gostando de Arkham Asylum, só precisei de um joypad para jogá-lo no PC com afinco.

Acompanhando a Iniciativa Vingadores, tivemos um filme do Capitão América, que juntando com o do Iron Man e o do Hulk, além do primeiro Thor, nos mostraram quem seriam os vingadores (Exceto pelo bundão do Edward Norton que foi substituído pelo competente Mark Ruffalo) do filme de 2012. Ah, que época gloriosa aonde todos sabem quem é o Wolverine e a Viúva Negra, amigos...

…

Hein?

…

Er, aonde eu estava mesmo? Ah, sim, para acompanhar o lançamento do filme, a SEGA preparou um jogo que é e ao mesmo tempo não é baseado no filme. Quer entender como funciona isso? Me segue aí que eu te explico!




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Análise: Bulletstorm

Os jogos de tiro em primeira pessoa geralmente seguem um tipo de regra: Serem o mais sério possível, realista (condizente com o mundo em que o jogo está) e sisudo. Pegue qualquer Call of Duty, Battlefield (com exceção da sub-série Bad Company), ou Bioshock por exemplo e verá o que eu digo. Exceções a isso existem, como a série Duke Nukem e a série Serious Sam, aonde o clima é mais escrachado, mas hoje em dia, 97% dos FPS são completamente sérios em seu enredo e ambientação. Por isso, quando alguns títulos que fogem disso surge, a expectativa cresce em torno do título. Às vezes pode ser algo engraçado pelos motivos errados (Oi Duke Nukem Forever? Estou falando com você) e em outras vezes você é surpreendido com um FPS engraçado por conta de seus protagonistas (Bad Company não me deixa mentir). E o título a ser analisado hoje se encaixa neste quadro.

Desde sua concepção até a sua divulgação, tudo foi feito num clima escrachado. Falo é claro, de Bulletstorm, título da EA em parceria com a Epic Games (criadora da série Unreal e de Gears of War) e a People Can Fly (responsável pela adaptação para PC’s do primeiro Gears). Durante a divulgação do jogo, uma paródia de Call of Duty foi desenvolvida e distribuída gratuitamente pra PC’s (Duty Calls), e o jogo fez até sucesso, mas a pirataria minou as chances de Bulletstorm 2 (que teria piratas) sair do papel. Mas, vamos a análise do jogo.

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Análise: Sleeping Dogs

Nessa indústria dos jogos, erros por conta das publishers são muito comuns. Desde decisões de design, roteiro, isso acaba por prejudicar muitos jogos. O caso, é que a franquia de relativo sucesso da Activision, True Crime estava para ter o seu terceiro jogo ambientado em Hong Kong. Mas naquele corte da empresa, aonde Guitar Hero, DJ Hero e estúdios como o Radical Entretainment (de Prototype) foram limados, True Crime: Hong Kong foi uma das vítimas.

O desenvolvimento do jogo estava bastante avançado, então nada melhor que uma outra publisher abraçar o projeto, e foi o que a Square-Enix fez. Deixando os caras da United Front Games terminar o serviço, o jogo foi rebatizado de Sleeping Dogs... Mas vamos ver como ele se sai?


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Análise: Deadpool


 

Eu não sou o maior fã de quadrinhos do mundo, isso é fato. Tudo bem que no começo da minha pré-adolescência, eu passei soterrado entre histórias do Homem Aranha, e algumas do Batman, mas de fato, não sou lá muito fã de quadrinhos. Tendo em vista isso, jogos baseados em quadrinhos só me atraem caso eu realmente seja fã do personagem, o que curiosamente não foi o caso de hoje, que foi o estúdio responsável pelo jogo que me fez ter vontade de jogá-lo. O pessoal do High Moon Studios foi responsável pelo primeiro jogo de PS2 que joguei (Darkwatch, um ótimo FPS), e pelos recentes jogos de Transformers, os ótimos War for Cybertron e Fall of Cybertron, então minhas expectativas para Deadpool foram bastante positivas, mas vamos ver como o Mercenário Tagarela se sai?

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Análise: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2


Jogos Baseados em filmes sempre vão estar com a corda no pescoço por conta de coisas como prazos (tem que coincidir com o lançamento em uma semana ou dias até), mecânicas manjadas, desenvolvimento dos gráficos e pressão dos estúdios. Por muitas vezes isso resulta em produtos meia boca, mas que mesmo assim vão vender horrores por conta daquela licença estampada na capa. X-Men Origins: Wolverine é um caso realmente a parte, pois ele seria um jogo do Wolverine (baseado nos quadrinhos) e foi adaptado para o filme, tornando o roteiro confuso (mas, bem, a vida do Wolverine já é confusa nos quadrinhos, então fez sentido), mas ainda assim, as versões maiores eram insanamente divertidas. Mas bem, isso não tem muito a ver com o jogo analisado, que é baseado em filme, falo de Harry Potter and The Deathly Hallows: Part 2 – The Videogame. Será que ele vale a pena ou merece que levemos um Obliviate para esquecer que jogamos ele?

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Análise: Tony Hawk's Pro Skater HD

Remakes, Remasterizações. Essas palavras soam como cifrões nos bolsos das produtoras e sinal de alerta aos jogadores. Não há de se negar isso. A Activision colocou nas mãos de um estúdio iniciante (O Robomodo) a tarefa de produzir um remake misturando os dois primeiros Tony Hawk's Pro Skater em um jogo só.  E então tivemos Tony Hawk's Pro Skater HD.