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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Bioshock Infinite (Multi)


Em 2013 eu deixei muita coisa boa passar por conta obviamente da minha condição financeira de não poder pegar jogos em seus lançamentos, então somente em 2014 pude experimentar o jogo da análise de hoje. Será que ele vale a pena?

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Video Análise: South Park: The Stick Of Truth



Minha análise em vídeo do RPG da Ubisoft

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Análise: DmC Devil May Cry

O jogo de hoje foi alvo de uma controvérsia, o que prova o quão escroto um gamer pode ser. Desde seu anúncio até as vendas abaixo do esperado, tudo o que as pessoas comentavam era sobre a porra do cabelo do Dante, e não sobre o jogo. Enfim, deu pra perceber que o jogo desta semana é DmC: Devil May Cry, então vamos nessa?

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Análise: Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 Full Burst


No fim de outubro, chegou a versão revisada do mais recente jogo de Naruto, Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 Full Burst. Será que ele vale a pena seu dinheirinho? Vamos ver então.


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Análise: Resident Evil Revelations

O ano de 2012 não foi bom para os fãs de Resident Evil. Nos consoles, Resident Evil: Operation Raccoon City foi um puta dum fiasco, e Resident Evil 6 dividiu opiniões, assim como Moisés dividiu o mar vermelho. Eu curti, mas há uma grande chance de você não ter curtido o jogo, confira a nossa análise. Enfim, o que tecnicamente salvou o ano foi o pequeno notável chamado Resident Evil Revelations, do Nintendo 3DS, que em 2013 foi adaptado para os consoles da atual geração e pro tablet da Nintendo (alguns chamam de Wii U), vamos ver como ele se sai?

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Análise: Castlevania Lords of Shadow


Amigos, vamos supôr uma coisa: Se eu desenvolver um jogo baseado em produto X, e você desenvolver um jogo baseado no mesmo produto, serão jogos completamente diferentes, se a liberdade da publisher permitir.  Peguemos por exemplo três jogos da série Silent Hill. Silent Hill 4, Silent Hill Homecoming e Silent Hill Downpour. Enquanto que o 4, desenvolvido pela equipe responsável pelos anteriores, ainda tem a pegada clássica (dadas as diferenças entre os jogos), Homecoming tenta tempo emular o Silent Hill clássico, mas peca em usar a violência pra chocar (sendo mais ocidental) e não num sentido psicológico. Já Downpour dá a visão do desenvolvedor (Vatra) do que seria Silent Hill, sendo uma experiência nova na franquia (se é bom ou ruim, vai de cada jogador).

Dito isso, Lords of Shadow não é nem tenta ser um Castlevania clássico (sabemos das vezes em que a franquia tentou migrar pro 3D, ela não foi tão bem sucedida - os jogos de PS2 tiveram uma recepção boa, mas os de N64 e Wii não), mas sim dar uma própria visão do que seria Castlevania. O resultado? Confira abaixo.

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Análise: Tomb Raider


Olha, começarei esse texto falando que nunca fui muito fã de Tomb Raider. De fato, minhas maiores experiências com a franquia, foram 30 minutos de um Tomb Raider aí numa locadora no PS1 há muitos e muitos anos, a demo de um dos jogos da franquia que joguei no meu saudoso Dreamcast (eu atirava em escorpiões) e uma tentativa fracassada de jogar a versão PS2 de Tomb Raider Underworld (o jogo foi adiado só para termos acesso a diversos bugs do jogo x.x). E de fato, a franquia da Eidos começou a ser superada por Uncharted, da Naughty Dog, que possui 3 fantásticos jogos no PS3.

Pois bem, quando a Square Enix comprou a Eidos, a primeira piada sobre o próximo Tomb Raider foi essa. Sim, foi maldade, mas o fato é que a compra da Eidos foi benéfica para ambas as empresas, pois a Eidos recebeu o respaldo (e grana) da gigante nipônica para seus projetos (e acredite, ver o logo da Square-Enix em um jogo do Batman é estranho), além da ajuda da Square no departamento de cutscenes, a Square recebeu em troca um catálogo com diversos clássicos da Eidos, como Hitman, Legacy of Kain, Just Cause, Thief, entre outros. Enfim, o primeiro jogo de Tomb Raider sob a batuta da Square, foi um Spin-Off bacana chamado Lara Croft and the Guardian of Light. Se você curte jogos de visão aérea como Diablo por exemplo, vale a pena a compra. E a empreitada seguinte da Eidos e da Crystal Dynamics foi muito mais ambiciosa, simplesmente resetaram a franquia.

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Análise: Resident Evil 6


Amigos, vou ser sincero aqui. Eu nunca fui muito ligado a franquia Resident Evil. De fato, apesar disso joguei boa parte dela, mas não indo muito longe por problemas, desde meu cagaço colossal (eu tenho um cagaço com jogos de Terror) até falta de memory card. Mas passei por alguns jogos da série, a trilogia clássica (A Jill tá muito sexy no 3, apesar de não ser uma vestimenta recomendada para um holocausto zumbi), o Code Veronica, o Outbreak (Que é um Survival Horror literal), o Gaiden (A mira das batalhas, oh o horror!), o 5 (foi um dos primeiros jogos do PC novo) e o Revelations (falaremos dele em breve). E o Sexto episódio numerado de Resident Evil dividiu fãs: alguns o adoram, outros disseram que matou de vez a franquia. Então, é hora de ver se realmente Resident Evil 6 vale a pena o seu investimento.

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Análise: The Darkness II

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Review: Kung-Fu Strike The Warrior's Rise

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Análise: BlazBlue Calamity Trigger

O Jogo de hoje foi feito por uma empresa que realmente sabe o que faz quando o negócio é porradaria 2D. Falo da Arc System Works, que tem no currículo Guilty Gear, Guilty Gear X, Hokuto no Ken e Sengoku Basara X e trouxe aos arcades japoneses e americanos em 2008, BlazBlue, que no ano seguinte chegaria aos consoles uma versão revisada, intitulada BlazBlue: Calamity Trigger.



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Análise: Sleeping Dogs

Nessa indústria dos jogos, erros por conta das publishers são muito comuns. Desde decisões de design, roteiro, isso acaba por prejudicar muitos jogos. O caso, é que a franquia de relativo sucesso da Activision, True Crime estava para ter o seu terceiro jogo ambientado em Hong Kong. Mas naquele corte da empresa, aonde Guitar Hero, DJ Hero e estúdios como o Radical Entretainment (de Prototype) foram limados, True Crime: Hong Kong foi uma das vítimas.

O desenvolvimento do jogo estava bastante avançado, então nada melhor que uma outra publisher abraçar o projeto, e foi o que a Square-Enix fez. Deixando os caras da United Front Games terminar o serviço, o jogo foi rebatizado de Sleeping Dogs... Mas vamos ver como ele se sai?


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Análise: Deadpool


 

Eu não sou o maior fã de quadrinhos do mundo, isso é fato. Tudo bem que no começo da minha pré-adolescência, eu passei soterrado entre histórias do Homem Aranha, e algumas do Batman, mas de fato, não sou lá muito fã de quadrinhos. Tendo em vista isso, jogos baseados em quadrinhos só me atraem caso eu realmente seja fã do personagem, o que curiosamente não foi o caso de hoje, que foi o estúdio responsável pelo jogo que me fez ter vontade de jogá-lo. O pessoal do High Moon Studios foi responsável pelo primeiro jogo de PS2 que joguei (Darkwatch, um ótimo FPS), e pelos recentes jogos de Transformers, os ótimos War for Cybertron e Fall of Cybertron, então minhas expectativas para Deadpool foram bastante positivas, mas vamos ver como o Mercenário Tagarela se sai?