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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Análise: Resident Evil 6


Amigos, vou ser sincero aqui. Eu nunca fui muito ligado a franquia Resident Evil. De fato, apesar disso joguei boa parte dela, mas não indo muito longe por problemas, desde meu cagaço colossal (eu tenho um cagaço com jogos de Terror) até falta de memory card. Mas passei por alguns jogos da série, a trilogia clássica (A Jill tá muito sexy no 3, apesar de não ser uma vestimenta recomendada para um holocausto zumbi), o Code Veronica, o Outbreak (Que é um Survival Horror literal), o Gaiden (A mira das batalhas, oh o horror!), o 5 (foi um dos primeiros jogos do PC novo) e o Revelations (falaremos dele em breve). E o Sexto episódio numerado de Resident Evil dividiu fãs: alguns o adoram, outros disseram que matou de vez a franquia. Então, é hora de ver se realmente Resident Evil 6 vale a pena o seu investimento.

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Meme: O que você jogou em 2013?

Vamos lá, hora de tirar a poeira do blog e montar uma lista com os jogos que passaram pelas minhas mãos esse ano, como parte do Meme gamístico "O que você jogou em 2013?" Olha, só de olhar minha conta no Steam, dá pra ver que foi MUITA coisa. Vou enumerar aqui diversos jogos, não sei quando irei parar, mas vamos lá.

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Análise: The Darkness II

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No Cheats #8 - Soundtrack Volume 1


Agora o No Cheats é integrado com o GamerBox para mesclar todo o conteúdo! (Em breve análises de livros/mangás aparecerão aqui também), pois bem. Nessa edição, Kyo (@KyoJbox), Rafael DFL (@_MindKiller) e Red (@fireredsparkeon) escolhem 4 game musics cada um e conversam sobre games aleatoriamente.



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Review: Kung-Fu Strike The Warrior's Rise

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Análise: BlazBlue Calamity Trigger

O Jogo de hoje foi feito por uma empresa que realmente sabe o que faz quando o negócio é porradaria 2D. Falo da Arc System Works, que tem no currículo Guilty Gear, Guilty Gear X, Hokuto no Ken e Sengoku Basara X e trouxe aos arcades japoneses e americanos em 2008, BlazBlue, que no ano seguinte chegaria aos consoles uma versão revisada, intitulada BlazBlue: Calamity Trigger.



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Análise: Captain America - Super Soldier

Jogos baseados em filmes costumam ser no mínimo, questionáveis. Quando baseados em quadrinhos, as chances do jogo ser uma porcaria são maiores ainda… Quem aqui não se lembra de Superman do N64? Ou de Enter The Matrix? Charlie’s Angels? Ou aquela porcaria do Spider-man 3? Oh, céus, ainda tenho náuseas de Batman Forever no SNES. Mas vez ou outra surgem bons jogos como Spider-man 2, ou X-Men Legends II: Rise of Apocalipse e diabos! Estou gostando de Arkham Asylum, só precisei de um joypad para jogá-lo no PC com afinco.

Acompanhando a Iniciativa Vingadores, tivemos um filme do Capitão América, que juntando com o do Iron Man e o do Hulk, além do primeiro Thor, nos mostraram quem seriam os vingadores (Exceto pelo bundão do Edward Norton que foi substituído pelo competente Mark Ruffalo) do filme de 2012. Ah, que época gloriosa aonde todos sabem quem é o Wolverine e a Viúva Negra, amigos...



Hein?



Er, aonde eu estava mesmo? Ah, sim, para acompanhar o lançamento do filme, a SEGA preparou um jogo que é e ao mesmo tempo não é baseado no filme. Quer entender como funciona isso? Me segue aí que eu te explico!