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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Então você quer criar um RPG, não é?


A desenvolvedora de The Witcher, CD Projekt RED, fez um REDkit  e o disponibiixou de graça, permitindo que os usuários criem suas próprias aventuras de RPG. O kit é baseado nas ferramentas de desenvolvimento usadas que permitiram que a CD Projekt RED criasse o aclamado jogo de RPG The Witcher 2: Assassins of Kings. Você pode conseguir o REDkit Beta no seu site aqui.

O REDkit oferece uma série de recursos, incluindo:


  • Ferramentas intuitivas desenvolvidas para todos os aspirantes a contadores de histórias e designers de jogos
  • Ferramentas complexas de terrenos de fácil utilização, incluindo o sistema de folhagem SpeedTree
  • Utilize os gráficos surpreendentes e efeitos visuais que fazem parte de The Witcher 2: Assassins of Kings 
  • Crie um dia realista e dinâmico e ciclo de noite em alguns cliques
  • Implemente as histórias não-lineares e quests com um sistema de busca exclusivo que permite que as decisões do jogador tenham influência no mundo do jogo e no enredo
  • Crie personagens incríveis, NPCs, e comunidades inteiras e defina suas interações com o jogador
  • Coloque câmeras de diálogo automaticamente ou manualmente para criar uma experiência filmlike



“Para o CD Projekt RED, todos os RPGs são sobre contar incríveis histórias,” disse Adam Badowski do CD Projekt RED. “Queremos dar aos jogadores o poder de dizer o mesmo tipo de ramificação, histórias não-lineares que fizeram os jogos de The Witcher tão populares. Nossos fãs nos ajudaram durante anos para tornar os nossos jogos o melhor que podem ser, e o REDkit faz parte do nosso abraço à nossa comunidade, como um parceiro no desenvolvimento do jogo."

Opinião do Kyo:

Não é dessa vez que vocês verão "Força da Amizade HD Edition" porque essa porra não roda no meu PC nem a pau, mas tá aí a oportunidade pra quem quer fazer RPG's.


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Primeiro Trailer de Phoenix Wright: Dual Destinies



A Capcom liberou O primeiro Trailer ocidental do novo Ace Attorney, que se passa um ano após os eventos de Apollo Justice, trazendo Phoenix de volta a Ação.

Ainda tem muita coisa a ser desenvolvida (o próprio trailer diz que ainda há coisas a serem desenvolvidas), mas percebe-se as novidades do gameplay na parte dos tribunais, e o que a diferença de Hardware entre o DS e o 3DS é capaz de proporcionar em termos de profundidade no jogo.

O jogo deve chegar no final do ano (setembro ou outubro, se me permitirem um palpite) exclusivamente ao 3DS.

Opinião do Kyo: Estou jogando dinheiro na tela e nada acontece.

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Gameplay de Deadpool: The Game



E enfim, temos os gameplays de Deadpool: The Game, jogo de ação em terceira pessoa estrelando nosso mercenário favorito dos Quadrinhos.

Opinião Fraca porque to meio doente:
Os cenários estão um pouco pobres de cor, mas o jogo parece estar bem divertido.

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Trailer novo de Saints Row IV: Conheça O PRESIDENTE






Hoje, a Deep Silver e o Volition liberaram um novo trailer mostrando um pouco mais de Saints Row IV (PC, PS3, X360).

Nele, o Presidente dos Estados Unidos da Merica é um justiceiro (controlado por você), que enfrenta aliens e malfeitores com estilo.


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EA Adquire a licença dos jogos de Star Wars




A EA anunciou um acordo com a Disney para publicar futuros jogos de Guerra nas Estrelas. As duas empresas estabeleceram um acordo exclusivo de desenvolvimento e publicação de novos jogos baseados no Universo de Star Wars.

De acordo com o anúncio, a EA "desenvolverá e publicará novos jogos de Star Wars para um público grande, abrangendo todas as plataformas e os gêneros mais populares, enquanto a Disney irá cuidar de títulos para plataformas móveis, jogos sociais, de tablets e online."

E de acordo com Frank Gibeau, três estúdios já estão trabalhando em títulos de Star Wars: DICE (de Mirror's Edge e Battlefield), Visceral (Dead Space e Dante's Inferno) e Bioware (Dragon Age e Mass Effect).

"O Sonho de todo desenvolvedor é criar jogos para o Universo de Guerra nas Estrelas" Disse Gibeau "Três de nossos melhores estúdios irão realizar esse sonho, criando aventuras épicas para os fãs de Guerra nas Estrelas. DICE e Visceral irão produzir novos jogos, se juntando a equipe da Bioware, que continuará a desenvolver jogos para a franquia. As novas experiências que criaremos, serão inspiradas pelos filmes, mas os jogos serão totalmente originais, com mecânicas e histórias novas."

"Esse acordo demonstra a nossa política de cruar jogos que contribuam com a popularidade da franquia nos anos que virão" Disse o co-presidente da Disney, John Pleasant. "Colaborar com uma das maiores publishers de jogos no mundo, vai nos ajudar a criar um excelente portifólio de novos jogos de Guerra nas Estrelas para os nossos fãs ao redor do mundo."


Comentário Otimista: Não sou hater da EA, então fico no aguardo do que quer que possa vir, mas espero bons títulos e que a DICE desenterre Battlefront 3 com a nova versão da Frostbite. Mas apesar das altas expectativas que um título da Bioware traga, fico empolgado com o que a Visceral possa trazer ao mercado.

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Análise: Mass Effect 3


Quando se produz um jogo que foi aclamado pela crítica e pelo público, uma sequência na maioria das vezes é inevitável, então o que dizer das expectativas dos jogadores ao verem o final de Mass Effect 2 em 2010? Esse era o desafio da Bioware, para o jogo analisado hoje, Mass Effect 3.

Se iniciando quase que imediatamente após os eventos de Mass Effect 2 (ou no caso, do DLC Arrival se você tiver jogado, aí é imediatamente MESMO), Shepard tem que sair da Terra e percorrer o Espaço para unir as raças contra um inimigo em comum, muito maior que a ameaça de Harbinger ou Saren. 

Antes de falar sobre as mudanças em termos de Gameplay, falarei de outros aspectos. A narrativa, tem um tom diferente de ME 2 no que diz respeito a interação com seus colegas de nave, mas o tom de Mass Effect 3 é mais urgente, pedindo menos conversa e mais ação e mesmo no que diz respeito aos relacionamentos amorosos, está um pouco mais simplificado em relação ao Mass Effect 2 (Ok, eu importei meu save do mesmo, e ficou mais simples).

Outra adição foi o Multiplayer, que sinceramente... Não me apegou muito, mas acho que mais por conta dos mapas mesmo que não curti, outros gostaram desse aspecto, mas eu não passei muito tempo nele não, acho que se foram 3, 4 horas acho que foi muito. No mais, não afeta a experiência principal, mas necessita de experiência para ser aproveitado melhor.

Em relação a parte principal do jogo, não foram muitas alterações em relação a mecânica.  A Omniblade foi uma adição esperta, e algumas poucas alterações deixaram tudo mais fluído, ainda que menos que Gears of War, mas isso é mera decisão de design. De resto, a mesma coisa, escolha sua classe de acordo com sua preferência de combate, e até se você quiser focar mais no roleplaying ou na ação, pode-se escolher no início da Jornada, que no caso, a AI do jogo foca no lado oposto do que você escolheu. Ou pode-se manter o padrão dos jogos anteriores.

Graficamente é uma faca de dois legumes, pra cada melhora temos um pequeno defeito. A modelagem dos personagens melhorou muito, eu até tirei uma screen do rosto do meu personagem no 2 e no 3 (com as mesmas configurações gráficas) e comparei, mas a iluminação dos personagens ficou escura, muitas vezes dificultando na hora de tirar uma boa screenshot de diálogo (isso no PC). Os cenários estão variados e muito lindos, do início ao fim do jogo, mas a variedade de inimigos é meio baixa. Ok, nem tanto, temos inimigos divididos em Geths, Cerberus e Collectors, o que dá uma variada, mas no geral eles se subdividem nas mesmas classes, ficando meio que uma troca de skin por assim dizer.

O que compensa isso são os momentos cinematográficos , como quando Shepard e a Normandy trabalham pra trazer um Reaper gigante abaixo, ou quando se deve sobreviver a uma caralhada de inimigos. Ou mesmo nos momentos finais, aonde a jogabilidade é inexistente (sem entrar em mais spoilers). E o final é de certa forma ambíguo, dependendo da interpretação do jogo.


Sonoramente, é no nível do anterior, com composições boas que casam com os momentos do jogo, mas que você não colocará de modo algum em seu player, e a dublagem, bem... Como sempre, A versão feminina de Shepard é melhor que a Masculina, mas todos os dubladores desempenham bem seus papéis. O destaque fica pra Martin Sheen, fodástico como o Illusive Man, elegante e maligno.


Finalizando, sou suspeito pra falar que sou fanboy, mas Mass Effect é uma das melhores franquias atuais dos videogames, e que um jogador com apreço por histórias bem montadas deveria apreciar de maneira plena. Obrigado por tudo, comandante!




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BOMBA! Remake Brasileiro de Resident Evil 2 é uma Farsa!

Fonte: Game FM


CAPCOM
RESPONSÁVEIS PODEM RESPONDER JUDICIALMENTE PELAS IRREGULARIDADES
 O sonho brasileiro de estampar na cara dos gringos um remake do clássico “Resident Evil 2” pode ter acabado aqui. O suporte da Capcom UK teria enviado à equipe da Hydra Games, que estaria desenvolvendo o game no Brasil, um e-mail em que dizia apreciar a iniciativa mas que a equipe precisaria de autorização expressa para publicar o projeto.
E-mail falso da Capcom
E-mail falso da Capcom
Porém, o e-mail veio de um contato não oficial. Depois de uma conversa de um investigador da GameVicio por e-mail com o real contato da Capcom UK, a mesma respondeu que não havia e-mail algum registrado em seus arquivos. E pra piorar ainda afirmou que “no caso de irregularidades, os responsáveis deverão responder judicialmente”.
E-mail oficial da Capcom UK implicando um possível processo e apontando o fato do e-mail falso
E-mail oficial da Capcom UK implicando um possível processo e apontando o fato do e-mail falso
O pior é que os renders gráficos que a equipe apresentou nas postagens na page oficial deles no Facebook podem ser encontrados em qualquer lugar na internet, inclusive os vídeos de apresentação de movimento de personagens e dos motores gráficos. Um trecho traduzido do e-mail da Capcom diz:
Se houverem irregularidades, os autores respondem em tribunal de acordo com o artigo: 
O Copyright Legislação Federal Americana de 1976 
Direitos autorais Act1, estabelece em seu artigo 102 (a) que um trabalho intelectual para ser capaz de proteção de direitos autorais deve conter dois critérios: originalidade (criação independente com criatividade mínima) e configuração (o trabalho deve ser fixado em uma percepção forma tangível ou intangível passível de uma máquina).
Renderização feita na CryEngine da delegacia de Raccoon City
Renderização feita na CryEngine da delegacia de Raccoon City
A equipe garante estar fazendo um game do zero, mas foi descoberto que, se concluído, não passará de um mod para “Crysis 3” ou “Crysis 2“. Por isso o jogador teria que ter um dos dois games instalados em seu computador. Além de tais irregularidades, a equipe estaria possivelmente falsificando além de e-mails, telefones para contato, inclusive o da Capcom Unity Brasil (!), para tentar dar veracidade ao projeto e até mesmo envolvendo seguradoras como a BV Financeira  e bancos como o Santander.
A equipe por trás da possível farsa também estaria banindo membros da comunidade que estariam insinuando por meio de comentários que o projeto pudesse ser fake. Seria medo?
A equipe da Raccoon Police Archives, fã page de “Resident Evil” no Facebook também entrou nas investigações e enviou um e-mail à Capcom para mais esclarecimentos.
Até o fechamento desta matéria não recebemos respostas.
PS: MATÉRIA BASEADA NA INVESTIGAÇÃO DE MARCOS DIAS, DA GAMEVICIO. NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS PELAS ACUSAÇÕES APRESENTADAS.
Opinião Macarrônica: Será? Eu não dava um puto furado pelo projeto, mas ao menos parecia ser algo. Agora, se for confirmado, é lamentável,