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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Análise: Sleeping Dogs

Nessa indústria dos jogos, erros por conta das publishers são muito comuns. Desde decisões de design, roteiro, isso acaba por prejudicar muitos jogos. O caso, é que a franquia de relativo sucesso da Activision, True Crime estava para ter o seu terceiro jogo ambientado em Hong Kong. Mas naquele corte da empresa, aonde Guitar Hero, DJ Hero e estúdios como o Radical Entretainment (de Prototype) foram limados, True Crime: Hong Kong foi uma das vítimas.

O desenvolvimento do jogo estava bastante avançado, então nada melhor que uma outra publisher abraçar o projeto, e foi o que a Square-Enix fez. Deixando os caras da United Front Games terminar o serviço, o jogo foi rebatizado de Sleeping Dogs... Mas vamos ver como ele se sai?


No Cheats de Volta!



Olá novamente ouvintes, depois de um longo inverno, o No Cheats está de volta! E novamente, reunindo um elenco diferente!

Geovane Sancini (@KyoJbox), Alexandre Ribeiro (@AlRibeiro_XRV) e Thaísa Santos (@rigels)  se juntam para falar sobre a franquia da Ubisoft, Assassin's Creed.

Clique no Link e confira os detalhes:

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Análise: Deadpool


 

Eu não sou o maior fã de quadrinhos do mundo, isso é fato. Tudo bem que no começo da minha pré-adolescência, eu passei soterrado entre histórias do Homem Aranha, e algumas do Batman, mas de fato, não sou lá muito fã de quadrinhos. Tendo em vista isso, jogos baseados em quadrinhos só me atraem caso eu realmente seja fã do personagem, o que curiosamente não foi o caso de hoje, que foi o estúdio responsável pelo jogo que me fez ter vontade de jogá-lo. O pessoal do High Moon Studios foi responsável pelo primeiro jogo de PS2 que joguei (Darkwatch, um ótimo FPS), e pelos recentes jogos de Transformers, os ótimos War for Cybertron e Fall of Cybertron, então minhas expectativas para Deadpool foram bastante positivas, mas vamos ver como o Mercenário Tagarela se sai?

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Análise: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2


Jogos Baseados em filmes sempre vão estar com a corda no pescoço por conta de coisas como prazos (tem que coincidir com o lançamento em uma semana ou dias até), mecânicas manjadas, desenvolvimento dos gráficos e pressão dos estúdios. Por muitas vezes isso resulta em produtos meia boca, mas que mesmo assim vão vender horrores por conta daquela licença estampada na capa. X-Men Origins: Wolverine é um caso realmente a parte, pois ele seria um jogo do Wolverine (baseado nos quadrinhos) e foi adaptado para o filme, tornando o roteiro confuso (mas, bem, a vida do Wolverine já é confusa nos quadrinhos, então fez sentido), mas ainda assim, as versões maiores eram insanamente divertidas. Mas bem, isso não tem muito a ver com o jogo analisado, que é baseado em filme, falo de Harry Potter and The Deathly Hallows: Part 2 – The Videogame. Será que ele vale a pena ou merece que levemos um Obliviate para esquecer que jogamos ele?

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Análise: Tony Hawk's Pro Skater HD

Remakes, Remasterizações. Essas palavras soam como cifrões nos bolsos das produtoras e sinal de alerta aos jogadores. Não há de se negar isso. A Activision colocou nas mãos de um estúdio iniciante (O Robomodo) a tarefa de produzir um remake misturando os dois primeiros Tony Hawk's Pro Skater em um jogo só.  E então tivemos Tony Hawk's Pro Skater HD.




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Análise: F1 2010

 Jogos de formula 1 sempre tiveram a eterna dúvida: Simulação ou Arcade? Ao longo dos anos, diferentes produtoras mostraram sua visão do esporte. Desde a Namco com o eterno Pole Position dos anos 80, passando pela SEGA com os 2 Super Monaco GP, a Microprose com a sua série Grand Prix nos PC’s (e que por pouco não esteve na geração passada), a Human com o F1 de N64, a EA também fez parte desse pelotão, a Atari e a Sony, todas com jogos diferentes. Eis que uma empresa que é uma das melhores em jogos de corrida, a Codemasters assume a franquia oficialmente em 2009. A experiência anterior em jogos de corrida do tipo fórmula da Codemasters vem do jogo de F-Indy do PS2. Será que ela se deu bem com a edição 2010 de F1? É o que veremos!


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Primeiras Impressões: Deadpool


Olá aos meus 3 leitores do Gamerbox, este será mais um post de primeiras impressões. Desta vez, um jogo que eu espero desde o anúncio dele. Trata-se do Mercenário mais querido dos quadrinhos, ninguém menos que o senhor Wade Wilson, ou como ele é conhecido, Deadpool.


Antes de mais nada, não, não tem nenhum motivo referente aos quadrinhos que me tenha feito querer jogar Deadpool, tampouco a aparição dele em Marvel x Capcom 3 ou as aparições dele em Cartoons da Marvel, mas meramente a desenvolvedora do jogo, a competente High Moon Studios (de Transformers: War for Cybertron e Darkwatch). Então, conhecendo posteriormente em vídeos, os níveis de zueira de Deadpool, meu hype pelo jogo foi aumentando. Então, cá estamos nós.


Joguei a primeira missão, que serve de tutorial pro jogo, e a primeira coisa que se nota, é o senso de humor do jogo, inclusive com Deadpool conversando com o próprio dublador (Nolan North, que de acordo com Deadpool tem uma voz muito parecida com a dele) em uma ligação (e mandando-o se foder em seguida). Como no material de origem, Deadpool fala... E como fala, sempre mandando uma piadinha ou comentário infame.


Visualmente o jogo é satisfatório. Não te dá uma riqueza visual imensa, ou coisas que te fazem saltar os olhos, tampouco tem cenário destrutível, mas os modelos são bons e a movimentação de Deadpool é bastante fluída, e quando eu digo fluída, é realmente fluída, os produtores do jogo realmente tiveram esmero ao criar a versão jogável de Deadpool.


No tocante a jogabilidade do mesmo, Deadpool é uma mistura de Ação e Tiro em terceira pessoa, a ação é desenfreada, e Wade possui golpes fracos e fortes e combos podem ser feitos com os dois botões. Já o B (Círculo no PS3), é o teleporte/dash, que pode ser usado pra contra ataque, quando o botão aparecer sobre o inimigo. Tudo funciona de maneira frenética nos combates, mas o preocupante no tocante aos inimigos, é em relação aos tiroteios, que funcionam razoavelmente bem, mas o jogador tem que ser O DEADPOOL pra conseguir se focar nos dois tipos de inimigo.


Deadpool possui um arsenal pequeno, que vai aumentando e pode ser melhorado conforme se compra os upgrades.


Finalizando, minhas primeiras impressões foram positivas, e espero que o jogo mantenha o ritmo. Se eu recomendaria? Talvez, o jogo pode apagar a péssima versão de Deadpool do filme do Wolverine. Oh, a Infâmia. Até o Review, amigos!