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Apenas mais um blog de jogos, aonde escrevo sobre o que jogo.
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Análise: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2


Jogos Baseados em filmes sempre vão estar com a corda no pescoço por conta de coisas como prazos (tem que coincidir com o lançamento em uma semana ou dias até), mecânicas manjadas, desenvolvimento dos gráficos e pressão dos estúdios. Por muitas vezes isso resulta em produtos meia boca, mas que mesmo assim vão vender horrores por conta daquela licença estampada na capa. X-Men Origins: Wolverine é um caso realmente a parte, pois ele seria um jogo do Wolverine (baseado nos quadrinhos) e foi adaptado para o filme, tornando o roteiro confuso (mas, bem, a vida do Wolverine já é confusa nos quadrinhos, então fez sentido), mas ainda assim, as versões maiores eram insanamente divertidas. Mas bem, isso não tem muito a ver com o jogo analisado, que é baseado em filme, falo de Harry Potter and The Deathly Hallows: Part 2 – The Videogame. Será que ele vale a pena ou merece que levemos um Obliviate para esquecer que jogamos ele?

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Análise: Tony Hawk's Pro Skater HD

Remakes, Remasterizações. Essas palavras soam como cifrões nos bolsos das produtoras e sinal de alerta aos jogadores. Não há de se negar isso. A Activision colocou nas mãos de um estúdio iniciante (O Robomodo) a tarefa de produzir um remake misturando os dois primeiros Tony Hawk's Pro Skater em um jogo só.  E então tivemos Tony Hawk's Pro Skater HD.




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Análise: F1 2010

 Jogos de formula 1 sempre tiveram a eterna dúvida: Simulação ou Arcade? Ao longo dos anos, diferentes produtoras mostraram sua visão do esporte. Desde a Namco com o eterno Pole Position dos anos 80, passando pela SEGA com os 2 Super Monaco GP, a Microprose com a sua série Grand Prix nos PC’s (e que por pouco não esteve na geração passada), a Human com o F1 de N64, a EA também fez parte desse pelotão, a Atari e a Sony, todas com jogos diferentes. Eis que uma empresa que é uma das melhores em jogos de corrida, a Codemasters assume a franquia oficialmente em 2009. A experiência anterior em jogos de corrida do tipo fórmula da Codemasters vem do jogo de F-Indy do PS2. Será que ela se deu bem com a edição 2010 de F1? É o que veremos!


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Primeiras Impressões: Deadpool


Olá aos meus 3 leitores do Gamerbox, este será mais um post de primeiras impressões. Desta vez, um jogo que eu espero desde o anúncio dele. Trata-se do Mercenário mais querido dos quadrinhos, ninguém menos que o senhor Wade Wilson, ou como ele é conhecido, Deadpool.


Antes de mais nada, não, não tem nenhum motivo referente aos quadrinhos que me tenha feito querer jogar Deadpool, tampouco a aparição dele em Marvel x Capcom 3 ou as aparições dele em Cartoons da Marvel, mas meramente a desenvolvedora do jogo, a competente High Moon Studios (de Transformers: War for Cybertron e Darkwatch). Então, conhecendo posteriormente em vídeos, os níveis de zueira de Deadpool, meu hype pelo jogo foi aumentando. Então, cá estamos nós.


Joguei a primeira missão, que serve de tutorial pro jogo, e a primeira coisa que se nota, é o senso de humor do jogo, inclusive com Deadpool conversando com o próprio dublador (Nolan North, que de acordo com Deadpool tem uma voz muito parecida com a dele) em uma ligação (e mandando-o se foder em seguida). Como no material de origem, Deadpool fala... E como fala, sempre mandando uma piadinha ou comentário infame.


Visualmente o jogo é satisfatório. Não te dá uma riqueza visual imensa, ou coisas que te fazem saltar os olhos, tampouco tem cenário destrutível, mas os modelos são bons e a movimentação de Deadpool é bastante fluída, e quando eu digo fluída, é realmente fluída, os produtores do jogo realmente tiveram esmero ao criar a versão jogável de Deadpool.


No tocante a jogabilidade do mesmo, Deadpool é uma mistura de Ação e Tiro em terceira pessoa, a ação é desenfreada, e Wade possui golpes fracos e fortes e combos podem ser feitos com os dois botões. Já o B (Círculo no PS3), é o teleporte/dash, que pode ser usado pra contra ataque, quando o botão aparecer sobre o inimigo. Tudo funciona de maneira frenética nos combates, mas o preocupante no tocante aos inimigos, é em relação aos tiroteios, que funcionam razoavelmente bem, mas o jogador tem que ser O DEADPOOL pra conseguir se focar nos dois tipos de inimigo.


Deadpool possui um arsenal pequeno, que vai aumentando e pode ser melhorado conforme se compra os upgrades.


Finalizando, minhas primeiras impressões foram positivas, e espero que o jogo mantenha o ritmo. Se eu recomendaria? Talvez, o jogo pode apagar a péssima versão de Deadpool do filme do Wolverine. Oh, a Infâmia. Até o Review, amigos!

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Ecstasy of Order - The Tetris Masters (2011):

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Crônicas de um Cavaleiro #2 Tretas Divinas e Armaduras

Leia o primeiro parágrafo ouvindo essa música:

No Capítulo passado, nosso herói lutou contra a forte barreira da Língua Chinesa e depois, contra inúmeros adversários sparrings para poder se tornar um Cavaleiro. Em sua luta feroz, ele derrota o oponente, mas por  algum motivo, um cosmo de trevas possuiu seu oponente. Mas, nosso herói não desistiu e com a força de vontade, venceu seu oponente.


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Primeiras Impressões - Fast & Furious: Showdown



Enfim, resolvi testar o novo Fast & Furious da Activision, feito para acompanhar o sexto filme da franquia. Não me aterei a muitos detalhes, afinal, joguei uma porção infima do jogo, mas vamos lá.

Tendo as duas primeiras missões como parâmetro, eu tive meramente a impressão de estar jogando um jogo feito para portátil, e não me refiro aos gráficos e cenários abaixo da média  (Ridge Racer Unbounded com configurações mais baixas ficou mais bonito), mas a própria estrutura do jogo, que são missões de tacada simples.

Isso não é um fato aleatório, já que a Desenvolvedora do jogo (A Competente Firebrand) tem extensa experiência com versões portáteis de jogos de corrida, vide Trackmania, Toca 2, Grid, DiRT 2, Need for Speed Nitro e Need for Speed Undercover (Todos do Nintendo DS). 


Os controles do jogo são aparentemente simples, e o drift é um pouco menos injusto do que o do já citado neste artigo Ridge Racer Unbounded, que é um tanto difícil de controlar pra um novato. Mas ainda assim pra um jogo que preza por tiro rápido e Arcade, um pouco mais de suavidade não seria ruim.

Enfim, gostei da missão no Rio do jogo, remtendo ao quinto filme, com um cenário que lembra bem a cidade, só faltou as barangas na praia, mas não tinha praia naquela missão.

Aguardem review em breve... Ou não